Toda historia tem 3 lados


A historia real

A historia real

Toda historia tem 3 lados, de quem conta, de quem estava presente e a historia verdadeira.
Um dos piores erros das pessoas é denegrir a realidade, inventar fatos não verídicos, distorcer o que acontece e exagerar demasiadamente.

Andresa Cristina Lourenço apresenta falso testemunho, calunia e difamação no tribunal.

O “abuso afetivo”, decorrente da alienação parental, embora não tenha esse nome na jurisprudencia, ja vinha sendo reconhecido como motivo ensejador de danos morais em nossos tribunais. No julgado abaixo, afirma-se a ocorrência de dano moral ao se reputar (falsamente) crime praticado pelo genitor contra seus filhos. Com maior razão, deve-se entender pela ocorrência de dano moral e determinar a indenização caso a imputação seja feita com o intúito de dificultar a convivência entre os familiares, configurando a conduta de alienação parental prevista expressamente pelo art. 2o da Lei:

“Dano moral. Calúnia. Acusação de prática de crime sexual pelo autor contra seus filhos. […] ausência da veracidade da imputação. Ocorrência de abalo moral. Dever de indenizar (TJRS, RC 71002402675, Rel. Eugênio Facchini Neto, DJ 29/04/10)”

Andresa coloca no processo litigioso que tentei matar meu próprio filho, o interessante é que na época que nem ela mesmo sabe o dia certo ela não fez nenhum B.O. na polícia e nem me agrediu na hora em que acha que eu tentei matar ele, e ela estava 5 minutos ausente do filho.
Trata-se de um caso exemplar de esquisofrenia paranoica da parte dela, não reconhecido judicialmente.
Depois disso ela começa a abrir B.O. s nas minha visitas na casa dela. Caso típico de reiteração de ato ilícito.

O art. 2 da Lei 12.318/2010 traz uma das formas exemplificativas da alienação parental:

“VI – apresentar falsa denuncia contra genitor, contra familiares deste ou contra avós, para obstar ou dificultar a convivência deles com a criança ou adolescente” constitui caso de Alienação Parental.

Aquela e outras decisões repisam o direito a danos morais em caso de falsa denuncia, prática reiterada nos casos mais graves – e avançados – de alienação parental. Destaca-se outra decisão, que, embora não trate de questão envolvendo alienação parental, traz argumento que pode ser utilizado para essa situação:

“Deve ser responsabilizado civilmente por danos morais aquele que, por animosidade pessoal, imputa a outrem a prática de ato ilícito sabidamente inexistente, com o inescondível propósito de provocar-lhe prejuízo (TJRC, AC 2008046968, DJ 09/06/10)”.

O “abuso afetivo” quando configurado, permite ao genitor alienado, bem como, ao próprio menor que sofre a alienação o direito de compensação por danos morais pela prática de alienação parental, qual seja a modalidade ou nível, pois as demais formas da alienação parental são igualmente graves como a falsa denuncia relatada acima, pois é cruel, para com o menor e seus familiares as demais práticas, como por exemplo, a obstaculização do direito de convivência familiar plena.

Cabe ao operador de direito procurar formas para se tratar a situação vivenciada, por exemplo com determinação de tratamento compulsório do pai e da mãe, a modificação da guarda, entre outras medidas cabíveis.

afetividade de pai

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cachorro da Andresa

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humanos ignorantes

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