Enfermidades do filho alienado


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As enfermidades causadas pela SAP – SÍNDROMES DA ALIENAÇÃO PARENTAL revelam-se em termos de conflitos emocionais e doenças psicossomáticas, tais como, medo, ansiedade, insegurança, agressividade, baixa auto-estima, frustração, irritabilidade, angústia, baixo desempenho escolar, dificuldade de socialização, timidez, culpa, dupla personalidade, depressão, baixo limiar de frustração, inclinação ao álcool e drogas, tendências suicidas, dentre outros.

  1.  Isolamento: A criança isola-se do mundo que a rodeia, adotando uma postura ensimesmada, como forma de retratar o abandono e o vazio que sente, os quais não podem ser supridos senão pela figura do próprio pai (ou mãe).
  2.  Baixo rendimento escolar: a criança desenvolve uma aversão à escola, não participa das atividades, não se socializa com os demais colegas de turma, não realiza as atividades propostas pelos professores, adotando uma postura de total apatia.
  3. Depressão, melancolia e angústia: são sintomas bastante recorrentes, manifestam-se em diferentes graus de acordo com as condições pessoais de cada criança.
  4.  Fugas e rebeldia: os filhos tentam com essa atitude chamar atenção e fazer com que o genitor ausente se compadeça de sua situação e volte para casa.
  5.  Regressões: Adota uma atitude relacionada a uma idade mental inferior à sua, como uma forma de “retornar” a uma situação anterior onde o conflito não existia; também ligado à perda do referencial paterno (ou materno).
  6.  Negação e conduta anti-social: a criança passa a negar o processo de separação dos pais, ao mesmo tempo em que o internaliza. Por outro lado, de forma consciente ou inconsciente reconhece o dano que seus pais vem lhe causando e adota um comportamento anti-social como forma de puni-los.
  7. Culpa: a criança se sente culpada e responsável pela separação dos pais.
  8.  Aproveitamento da situação de enfrentamento com os pais: a criança se beneficia da situação, adotando-a como desculpa para seus fracassos e mau comportamento.
  9.  Indiferença: A criança adota uma postura de total alheamento da situação.

Algumas estatísticas trazidas pelo IBDFAM – Instituto Brasileiro de Direito de Família:

  • 72% de adolescentes que cometem crimes graves e homicídios vivem em lares de pais separados;
  • 70% dos delinqüentes adolescentes e pré-adolescentes cresceram distantes de um genitor;
  • Crianças sem a presença do pai têm 2 vezes mais probabilidades de baixo rendimento escolar e desenvolverem quadros de rebeldia a partir da 3ª infância;
  • A taxa de suicídio (ou tentativa) entre adolescentes de 16 e 19 anos de idade triplicou nos últimos 5 anos, sendo que de um em cada quatro suicídios ou tentativas de auto-extermínio, três ocorreram em lares de pais ausentes ou distantes; Crianças na ausência do pai estão mais propensas a doenças sexualmente transmissíveis;
  • Crianças na ausência do modelo do pai estão mais propensas ao uso de álcool e tabagismo e outras drogas;
  • Filhas distantes de pai têm 3 vezes mais chances de engravidarem ou abortarem ao longo da adolescência;
  • Crianças na ausência do pai são mais vulneráveis a acidentes, asma, dores, dificuldade de concentração, faltar com a verdade e até mesmo desenvolver dificuldades de fala;
  • Vivendo em uma família sem o pai, a disciplina cai vertiginosamente e as chances da criança se graduar com êxito em nível superior cai em 30%;
  • Meninas que crescem apenas com a mãe têm o dobro de probabilidade de se divorciarem;
  • Meninas que crescem distantes da figura do pai têm 5 vezes mais chances de perderem a virgindade antes da adolescência;
  • Meninas distantes do pai têm 3 vezes mais chances serem vítimas de pedofilia ou mesmo de procurarem em qualquer figura masculina mais velha;

O pai é o normatizador da estrutura mental e psíquica da criança; o excesso de presença materna põe em risco a construção mental dos filhos e isto ocorre em 100% dos casos, mormente com filhos únicos, onde nem sequer haverá mais o referencial do pai, gerando a clássico processo da chamada “‘fusão” da mãe.
A ausência do amor paterno está associada à falta de auto-estima, Instabilidade emocional, irregularidades hormonais, introspecção, depressão, ansiedade, rejeição, negação, vivendo um mundo irreal num ‘universo paralelo’, fantasiando um ‘pai’ e desencadeando outras inverdades e surtos.
O pai volta-se mais para as características da personalidade e limites necessários para o futuro, mormente limites da sexualidade, independência, capacidade de testar limites e assumir riscos e saber lidar com fracassos e superação

10. DAS SANÇÕES PELO DESCUMPRIMENTO DE CLÁUSULAS PACTUADAS NA GUARDA COMPARTILHADA

O parágrafo 1º do Art. 1.584 do Código Civil informa que o juiz poderá aplicar sanções pelo descumprimento de cláusulas pactuadas na guarda compartilhada. E o parágrafo 4º do mesmo artigo acrescenta, por sua vez, que a alteração não autorizada ou o descumprimento imotivado de cláusula de guarda, unilateral ou compartilhada, poderá implicar a redução de prerrogativas atribuídas ao seu detentor, inclusive quanto ao número de horas de convivência com o filho. O que se depreende, portanto, é que o descumprimento das cláusulas pactuadas na guarda compartilhada (parágrafo 1º do art. 1.584 do CC) terá que ser, evidentemente, imotivado para gerar sanções, conforme preceitua o parágrafo 4º do art. 1.584 do CC. Extrai-se, ainda, que o codificador exemplifica no parágrafo 4º do art. 1.584 do CC, o tipo de sanção que poderá ser aplicada ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo 1º do mesmo artigo. Não está o julgador, portanto, adstrito a esta modalidade de punição trazida pelo legislador, pensamento que vale para o caso de descumprimento imotivado de cláusula de guarda, unilateral ou compartilhada. De modo que, havendo descumprimento imotivado de cláusula de guarda, unilateral ou compartilhada, poderá o juiz aplicar, além da sanção indicada no parágrafo 4º do art. 1.584 do Código Civil (a redução de prerrogativas atribuídas ao seu detentor), outras modalidades que tenham como objetivo dar efetividade as decisões judiciais, que é questão de ordem pública, sempre salvaguardando os melhores interesses da criança. Neste contexto, o juiz poderá determinar como forma de sanção, a busca e apreensão, inversão de guarda, suspensão e destituição do poder familiar e multa cominatória – astreintes. No que atine a busca e apreensão, importante lembrar que todos os esforços devem ser envidados para procurar resguardar o filho desta medida extrema, pois os prejuízos psíquicos dela advindos podem se mostrar superiores ao bem que se pretende proteger. Ignorar essas advertências implica em negar vigência ao art. 227 da Constituição da República e ao art. 18 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Já no que diz respeito ao preceito cominatório de obrigação de fazer, como instrumento de efetividade do processo, vejo como medida adequada e idônea, uma vez que dirigida à parte recalcitrante em cumprir determinada ordem judicial, desde que não se transforme em mecanismo de enriquecimento. Bastante oportuna a transcrição feita por Flávio Guimarães Lauria da lição de Piero Perlingieri: Os interesses e os valores que emergem das normas constitucionais são, de um ponto de vista substancial, juridicamente relevantes. É necessário verificar se o aparato, mesmo processual, é adequado a esta escolha. Das duas, uma: ou se tenta individuar, no âmbito do sistema, técnicas que, apesar de terem surgido por razões diversas, sejam idôneas para a tutela destes valores, ou se deve aclamar com decisão que o sistema processual não é legítimo constitucionalmente, porque não consegue tutelar interesses primários, constitucionalmente relevantes.

Esses mesmos sintomas são presenciados pelos pais alienados, eu posso dizer com conhecimento de causa.

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