Trombose


Trombose

O que é Trombose?

1-A Trombose Venosa Profunda (TVP), condição conhecida popularmente apenas por trombose, é a formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias localizadas da parte inferior do corpo, geralmente nas pernas.

2-A Trombose Venosa Profunda (TVP), conhecida como flebite ou tromboflebite profunda, é a doença causada pela coagulação do sangue no interior das veias – vasos sangüíneos que levam o sangue de volta ao coração – em um local ou momento não adequados (devemos lembrar que a coagulação é um mecanismo de defesa do organismo). As veias mais comumente acometidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos).

3-Trombose é a formação de um trombo no interior do coração ou de um vaso sanguíneo num indivíduo vivo. Tromboembolia seria o termo usado para descrever tanto a trombose quanto sua complicação que seria o embolismo. Já os coágulos sanguíneos ocorrem, num indivíduo vivo, fora do sistema cardiovascular ou, num indivíduo morto dentro dos vasos e no coração.

Às vezes pode ocorrer em uma veia situada na superfície do corpo, logo abaixo da pele. Nesse caso é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite.

Trombose

trombosis

trombosis

Trombose venosa profunda na perna direita do paciente, com aparente inchaço e vermelhidão.

Causas ambientais

* Imobilidade provocada por prolongadas internações hospitalares;

* Síndrome da classe econômica: dificuldade de movimentação durante viagens longas em aviões e ônibus;

* Terapia de reposição hormonal;

* Uso de anticoncepcionais;

* Varizes;

* Cirurgias;

* Cigarro.

Causas Específicas

1-A trombose ocorre quando há formação de um coágulo sanguíneo em uma ou mais veias grandes das pernas e das coxas. Esse coágulo bloqueia o fluxo de sangue e causa inchaço e dor na região. O problema maior é quando um coágulo se desprende e se movimenta na corrente sanguínea, em um processo chamado de embolia. Uma embolia pode ficar presa no cérebro, nos pulmões, no coração ou em outra área, levando a lesões graves.

diagrama tombrose

diagrama tombrose

Diagrama de um trombo formado na corrente sanguínea.

2- Geralmente, a trombose é causada devido a uma anomalia em um ou mais itens da Tríade de Virchow abaixo relacionados:

  1. Composição do sangue (hipercoagulabilidade)
  2. Qualidade das paredes venosas
  3. Natureza do fluxo sanguíneo (hemodinâmica)

Além dessas causas o choque térmico pode levar a um tipo de trombose que pode ser revertido.

A formação do trombo é geralmente causada por um dano nas paredes do vaso, ou ainda por um trauma ou infecção, e também pela lentidão ou estagnação do fluxo sanguíneo, ocasionado por alguma anomalia na coagulação sanguínea. Após a coagulação intravascular, formam-se uma massa deforme de hemáciasleucócitos e fibrina.

Embolização

Quando sofremos um corte, o sangue escorre um pouco e para, porque o corpo humano é dotado de um sistema de coagulação altamente eficaz. As plaquetas, por exemplo, convergem para o local do ferimento e formam um trombo para bloquear o sangramento. Decorrido algum tempo, esse trombo se dissolve, o vaso é recanalizado e a circulação volta ao normal.

Há pessoas que apresentam distúrbios de hemostasia e formam trombos (coágulos) num lugar onde não houve sangramento. Em geral, eles se formam nos membros inferiores. Como sua estrutura é sólida e amolecida, um fragmento pode desprender-se e seguir o trajeto da circulação venosa que retorna aos pulmões para o sangue ser oxigenado. Nos pulmões, conforme o tamanho do trombo, pode ocorrer um entupimento – a embolia pulmonar – uma complicação grave que pode causar morte súbita.

Se uma infecção bacteriológica está presente no lugar onde ocorre a trombose, o trombo pode se romper, espalhando partículas da substância infectada por todo o sistema circulatório e configurando um abscesso metastático onde quer que elas parem. Sem infecção, o trombo pode desprender-se e entrar na circulação como um êmbolo (coágulo), alojando-se e obstruindo completamente a veia sanguínea (um infarto). Os efeitos de um infarto dependem de onde ele ocorreu.

A maioria dos trombos, não obstante, se organizam em proteína fibrilar, e a veia trombótica é gradualmente recanalizada com a ajuda de fibrinolíticos.

Fatores de risco

1-É uma patologia mais freqüente em pessoas portadoras de certas condições predisponentes – uso de anticoncepcionais ou tratamento hormonal, tabagismo, presença de varizes, pacientes com insuficiência cardíaca, tumores malignos, obesidade ou a história prévia de trombose venosa.

Outras situações são importantes no desencadeamento da trombose: cirurgias de médio e grande portes, infecções graves, traumatismo, a fase final da gestação e o puerpério (pós-parto) e qualquer outra situação que obrigue a uma imobilização prolongada (paralisias, infarto agudo do miocárdio, viagens aéreas longas, etc). Entre as condições predisponentes é importante citar ainda a idade avançada e os pacientes com anormalidade genética do sistema de coagulação.

2- O risco de desenvolver uma trombose pode ser aumentada por alguns fatores tais como:

Quando uma trombose é diagnosticada uma das primeiras suspeitas recaem sobre a combinação do uso de anticoncepcionais aliado à prática do tabagismo, sobretudo se o paciente possui 35 anos ou mais. Outras hipóteses como trauma na veia, por infecçãocateterismo, introdução de medicação venosa também podem estar desencadeando uma trombose.

Alguns fatores genéticos como o Fator V de Leiden, com prevalência de até 5% na população caucasiana, e a Protrombina fator II, podem aumentar significativamente a predisposição de desenvolver uma trombose, sobretudo quando combinada a outros fatores de risco.

3-Alguns fatores como predisposição genética, idade mais avançada, colesterol elevado, cirurgias e hospitalizações prolongadas, obesidade, uso de anticoncepcionais, consumo de álcool, fumo, falta de movimentação, aumentam o risco de desenvolver trombose.

Existem alguns fatores que são considerados de risco para a ocorrência de trombose. Veja:

  • Permanecer sentado por muito tempo, principalmente quando se está dirigindo ou dentro de um avião. Quando as pernas ficam na mesma posição por um tempo prolongado, os músculos da panturrilha não se contraem o que dificulta a circulação de sangue
  • Algumas famílias carregam no sangue uma desordem que facilita a coagulação sanguínea, chamada de hipercoagulabilidade. Essa hereditariedade não costuma ser uma ameaça constante para a saúde, mas se combinada com outro fator de risco para a trombose, é bom ficar de olho
  • Passar muito tempo deitado ou em repouso absoluto, comum em caso de internações hospitalares, por exemplo, também facilitam a ocorrência de trombose
  • Injúrias nas veias e cirurgias podem dificultar o fluxo sanguíneo, o que aumenta as chances de coágulo. A anestesia que é geralmente aplicada antes de procedimentos cirúrgicos dilata as veias e facilita a coagulação
  • Gravidez aumenta a pressão exercida sobre as veias da pélvis e das pernas, mas isso só se torna um problema quando a mulher possui suscetibilidade genética para a coagulação sanguínea. Mas atenção: o risco de o sangue coagular continua alto mesmo seis semanas após o parto
  • Alguns tipos de câncer e tratamentos aumentam a quantidade de substâncias no sangue que facilitam a coagulação
  • Infecções gastrointestinais, como colites ulcerosas, também são consideradas um fator de risco
  • Atenção para a insuficiência cardíaca. Um coração fraco não bomba a mesma quantidade de sangue que um coração saudável costuma bombear, o que também aumenta os riscos de coagulação
  • Pílulas anticoncepcionais e terapias de reposição hormonal também podem causar trombose, principalmente se associadas ao tabagismo
  • Marcapasso e cateter nas veias podem causar irritação nos vasos sanguíneos e diminuir o fluxo do sangue
  • Ter tido trombose ou embolia pulmonar alguma vez na vida aumenta os riscos de desenvolver a doença mais uma vez
  • A obesidade é um sério fator de risco para a trombose, pois o excesso de peso e o acúmulo de gorduras exercem ainda mais pressão sobre as veias, dificultando a passagem do sangue, principalmente nos vasos da pélvis e das pernas
  • O hábito de fumar afeta a circulação de sangue e facilita a coagulação
  • Pessoas acima dos 60 anos de idade são mais propensas a desenvolver trombose do que pessoas mais jovens
  • Glóbulos sanguíneos em excesso sendo produzidos pela medula óssea (policitemia vera) tornam o sangue mais denso e lento do que o normal, o que facilita a formação de coágulos. sintomas

Sintomas de Trombose

Em aproximadamente metade dos casos, a trombose não manifesta sintomas no paciente. No entanto, pode acontecer de a pessoa despertar alguns sinais da doença. Confira os principais deles:

  • Dor nas pernas, principalmente nas panturrilhas, podendo chegar até o pé e o tornozelo
  • Sensação de queimação na região afetada
  • Mudanças na cor da pele da região afetada pela doença, que começa a ficar vermelha ou azul
  • Edema (inchaço) na perna afetada.

A trombose pode ser completamente assintomática ou apresentar sintomas como dor, inchaço e aumento da temperatura nas pernas, coloração vermelho-escura ou arroxeada, endurecimento da pele. Os sintomas mais comuns são a inchação e a dor.

Na consulta médica

Procure um especialista imediatamente se os principais sintomas de trombose surgirem. Se não for tratada, trombose pode evoluir para complicações mais graves.

SAIBA MAIS

Consultas médicas costumam ser rápidas. Então vá preparado para responder as perguntas do médico. Aproveite a oportunidade, também, para tirar todas as suas dúvidas.

Não se esqueça de descrever todos os seus sintomas. Eles são essenciais para que o especialista faça o diagnóstico.

Saiba que perguntas você deve esperar do médico:

  • Quando seus sintomas começaram?
  • Você sente dores nas pernas?
  • Com que frequência? Qual a intensidade das dores?
  • Há alguma medida que você tenha adotado que melhorou ou agravou os sintomas?
  • Você tem histórico familiar de trombose ou relacionado à coagulação sanguínea?
  • Antes da consulta, procure manter suas pernas elevadas e, de preferência, realize compressas de água quente. Essas medidas ajudam a diminuir o desconforto e favorecem a circulação do sangue.

Diagnóstico de Trombose

Para saber se o seu caso é de trombose ou não, o médico deverá lhe fazer perguntas sobre seus sintomas e também realizará um exame físico. No entanto, esses métodos podem não ser suficientes para fazer o diagnóstico.

A TVP é, muitas vezes, assintomática. O diagnóstico clínico é difícil. O exame mais utilizado para o diagnóstico da TVP é o Eco Color Doppler.

Nesse caso, alguns exames podem ser solicitados, veja quais:

  • Ultrassom, um exame de imagem para identificar os locais em que há coagulação de sangue. A primeira opção
  • Exame de sangue, para verificação de substâncias na corrente sanguínea que costumam facilitar a coagulação
  • Venografia, em que um corante é injetado nas veias para identificar locais de coagulação. Este é um método pouco utilizado, pois existem exames menos invasivos e igualmente eficientes para o diagnóstico de trombose
  • Tomografia e exames de ressonância magnética também são opções, já que produzem imagens dos vasos e são capazes de identificar coagulações. São reservados aos casos de embolia pulmonar.

Tipo/classificação

Em geral, existem duas formas distintas de trombose:

  • Trombose venosa
    • Trombose venosa profunda (TVP) – quando o coágulo se forma em veias profundas, no interior dos músculos.
    • Trombose da veia aorta
    • Trombose da veia renal
    • Trombose da veia hepática (Síndrome de Budd-Chiari)
    • Síndrome de Paget-Schroetter(Trombose venosa nos membros superiores)
    • Trombose da veia porta renal (Trombose que afeta principalmente a face, devido a choque térmico, em alguns casos os membros superiores, conhecida com mal de Tairkan).
    • Síndrome do desfiladeiro torácico (a causa da maioria das tromboses venosas nos membros superiores que não têm relação com um trauma)
  • Trombose arterial
    • Acidente vascular cerebral(AVC)
    • Infarto do miocárdio(geralmente uma trombose na coronária devida a uma ruptura em uma placa aterosclerótica)
    • Síndrome do desfiladeiro torácico (pode precipitar uma trombose tanto arterial como venosa)

Em todo caso, o trombo irá causar uma inflamação na veia ou artéria, podendo ficar apenas no local inicial de formação ou se espalhar ao longo desta, causando a sua obstrução parcial ou total.

Tratamento de Trombose

1- O tratamento da trombose visa prevenir a formação de coágulos e dissolver os que já se formaram. Para isso, a principal classe de medicamentos usados são os anticoagulantes. Alguns representantes são a heparinaenoxaparinawarfarina erivaroxabana.

É também possível dissolver os trombos formados com o uso de ativador de plasminogênio tecidual (t-PA), administrado por via intravenosa. Essa medicação requer monitoramento devido ao seu alto risco de hemorragias.

Alternativas não medicamentosas incluem o uso de massageadores pneumáticos ou meias de compressão, que ativam a circulação e impedem que o sangue fique estagnado nos vasos, sobretudo de membros inferiores.

2-Depois de feito o diagnóstico, é hora de iniciar o tratamento. O objetivo do tratamento para trombose pode ser dividido em três métodos de ação diferentes:

  • Impedir o crescimento do coágulo sanguíneo
  • Impedir que o coágulo sanguíneo avance para outras regiões do corpo e, assim, evitar possíveis complicações
  • Reduzir as chances de recorrência da trombose.

Existem algumas opções de tratamento disponíveis. Veja:

  • Diluidores do sangue, como anticoagulantes, que diminuem as chances de haver coagulação do sangue
  • Uso de medicamentos para casos mais graves de tromboses e também de embolia pulmonar, conhecidos como heparina
  • Inserção de filtros na maior veia do abdômen para impedir que os coágulos sanguíneos se desloquem para os pulmões
  • Meias de compressão para melhorar o edema causado pela trombose. convivendo (prognóstico)

O tratamento é feito com substâncias anticoagulantes (impedem a formação do trombo e a evolução da trombose) ou fibrinolíticos (destroem o trombo). Mais modernamente, e em situações selecionadas, o tratamento da TVP pode ser feito na própria residência do paciente, usando-se as heparinas de baixo peso molecular.

Convivendo/ Prognóstico

Adote algumas medidas caseiras para tornar o dia a dia com trombose mais fácil:

  • Faça visitas ao médico regularmente para checar o tratamento e os medicamentos ministrados
  • Controle do consumo de vitamina K caso esteja usando medicamentos que diluem o sangue. Alimentos ricos dessa vitamina, como soja, canola e alguns vegetais verdes escuros, podem prejudicar o funcionamento desses remédios
  • Exercite frequentemente os músculos inferiores, principalmente a panturrilha. Se permanecer muito tempo sentado, levante para dar uma volta
  • Mexa-se. Esse é sempre um bom conselho para pessoas com trombose, após a fase aguda
  • Adapte seu estilo de vida para garantir uma vida saudável e livre da trombose. Perca peso, pare de fumar e fique sempre de olho na pressão arterial
  • Adquira o hábito de vestir meias de compressão
  • Atenção para eventuais sangramentos, que podem ser um efeito colateral dos anticoagulantes ministrados pelo médico.

Recomendações

* Procure um médico para saber se você pertence ao grupo de risco, porque existem medidas preventivas que podem e devem ser adotadas;

* Pare de fumar. Os componentes do cigarro lesam veias e artérias;

* Beba álcool com parcimônia e moderação;

* Movimente-se. As consequências da síndrome da classe econômica podem ser atenuadas se você ficar em pé ou der pequenas caminhadas. Vestir meias elásticas ou massagear a panturrilha pressionando-a de baixo para cima ajuda muito;

* Ande sempre que possível, se você é obrigado a trabalhar muitas horas sentado. Levante-se para tomar água ou café, olhar a rua, ir ao banheiro;

* Use meias elásticas especialmente se você tem varizes;

* Não se automedique. Procure assistência médica imediatamente se apresentar algum sintoma que possa sugerir a formação de um trombo.

Complicações possíveis

A maior e principal complicação decorrente de trombose é a embolia pulmonar – quando um vaso sanguíneo do pulmão é obstruído por coágulo de sangue, oriundo de outras partes do corpo, especialmente as pernas. A embolia pulmonar pode ser fatal.

Outro problema que pode surgir a partir da trombose é a síndrome pós-flebítica, que se refere à formação de um edema crônico na perna afetada pela trombose, aparecimento de varizes, eczema e úlceras venosas.

A TVP pode ser de extrema gravidade na fase aguda, causando embolias pulmonares muitas vezes fatais (embolia pulmonar é causada pela fragmentação dos coágulos e a migração destes até os pulmões, entupindo as artérias pulmonares e gerando graves problemas cardíacos e pulmonares).

Na fase crônica, após dois a quatro anos, os principais problemas são causados pela inflamação da parede das veias que, ao cicatrizarem, podem levar a um funcionamento deficiente destes vasos sangüíneos.

O conjunto das lesões (pigmentação escura da pele, grandes varizes, inchação das pernas, eczemas e úlceras de perna) é chamado de síndrome pós-flebítica. Esta complicação leva a imensos problemas socio-econômicos por ser de tratamento caro, prolongado e extremamente penoso em suas repercussões sociais.

Expectativas

Muitos casos de trombose resolvem-se com tratamento, mas a doença pode retornar. Sem o tratamento necessário, trombose pode evoluir para problemas mais graves e levar, inclusive, à morte.

Por isso, é importante seguir à risca as orientações médicas e fazer visitas constantes a um especialista, para que haja monitoramento correto do tratamento e dos medicamentos ministrados por ele.

Prevenção

Prevenir trombose é muito mais fácil do que tratá-la. Confira algumas medidas a serem adotadas:

  • Se tiver que fazer uma cirurgia de grande porte, o médico provavelmente receitará anticoagulantes para evitar problemas mais graves, como trombose. Não se esqueça de tomar os remédios corretamente
  • Faça visitas ao médico regularmente para checar se está tudo certo
  • Pratique exercícios físicos regularmente e evite permanecer muito tempo sentado sem movimentar as pernas
  • Evite o sobrepeso, o fumo, o estresse, o consumo de alimentos que contenham gordura animal.

Referencias

Fontes:

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