O pensamento infantil forçado pelos pais


Autor: Gustavo de Moraes

 

Algumas mães impedem os filhos a pensarem e desenvolverem seu raciocínio. Querem impor seu modo de pensar e forçam a criança a aceitar como o correto, o melhor sem contra argumentos. Como se a “mãe ou o pai sempre soubessem o que é melhor para o seu filho”. Mesmo que o filho não concorde, a mãe vira as costas para o que o filho tenta dizer como se já soubesse tudo que o filho vai pensar ou dizer, e nunca dá o braço a torcer.

Uma situação de exemplo e mandar a criança para a escolinha aos 4 anos. A mãe diz que a criança vai a escola e não importa o que a criança pense ou se existe outras possibilidades. A mãe decidiu que a criança vai para a escolinha mais cara e nada pode mudar isso até que um imprevisto aconteça, como por exemplo a mãe perde o emprego.

O que essas mães, ou pais egocêntricos não percebem é que estão decidindo o futuro da criança como se fosse o seu futuro. Como se já decidisse que a criança iria ser médico quando crescer. E esse pensamento só ira ser mudado diante de muitos percalços até que aos 20 anos depois de reprovar nas faculdades publicas de medicina várias vezes a criança resolve ser dentista (emprego tão necessário quanto médico).

Isso acaba prejudicando o desenvolvimento intelectual da criança, impedindo a criança com a falta da liberdade, de abrir seus cérebro para novos horizontes. Tentando transformar um cérebro arredondado em um quadrado, como se o mundo fosse quadrado. Não se pode “engessar” a criança a pensar pensar como seus pais. É preciso dar liberdades de escolha para a criança desde cedo. Não se pode forçar uma criança a comer banana, mesmo que seja necessário ela comer, pois está cheia de espinhas no rosto.

Os pais que tratam a criança como se fosse um segundo eu, não percebem que a criança acaba perdendo o seu eu verdadeiro sendo obrigada a pensar que o você é mais importante do que o eu. Isso é uma indução forçada para um cérebro pequeno. Como uma picada de pernilongo com zica-vírus que tenta apertar o cérebro da criança para que ela tenha micro-cefaleia.

Uma grande variedade de escolhas e um aumento de criatividade estimulado por diálogos filosóficos expandem (ex panda) a inteligencia interpessoal e o cérebro da criança e impedem que a criança e impedem que a criança pense como um urso panda falante.

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