A importancia da presença paterna no desenvolvimento infantil


Impressionante o que algumas mães estão fazendo com nossas crianças.
Um excesso de amor maternal está sufocando as criancinhas como uma plantinha no meio de um espinheiro.
A criança não consegue se desenvolver o que deveria porque a mãe trata a criança como se fosse um recém nascido.
Então a criança faz 6 anos e a mãe ainda continua falando palavras no diminutivo, dando mamadeira na boquinha, pegando na mão e no pintinho dele para fazer xixi. A criança tem que aprender a limpar a bunda sozinha!
Meninos, não fazem nem pi-pi nem xi-xi, menino faz mijo! Menino não precisa da mãe para limpar o bigulim. Ele tem que aprender a limpar sozinho! Se não sabe limpar a bunda direito, então ensine a tomar banho direito pelo menos!
Até quando a mãe vai ficar escovando os dentes do pimpolho? Já está na hora da criança aprender a escovar os dentes sozinha! Mesmo que a mãe fique vigiando, se ele escova os dentes direito e peça para ele abrir a boca para ver se os dentes estão limpos, mas ele tem que aprender a se virar sozinho aos poucos!
Chega de chamar pernilongo de pic-pic. Chega de amarrar o cadarço dele. A partir do momento que ela está se afalbetizando, a mãe tem que ir mudando os paradigmas aos poucos e delegar tarefas. Outras mães pelo contrario fazem um quanta de 7 anos. Antes dos 7 é bebe e depois dos 7 é criança. Então de uma hora apra outra ela proibe a mamadeira, doa os brinquedos infantis, e diz que não vai mais dar comida na boca.
Depois dos 7 a mãe que dava comida na boca diz ao filho que agora ele tem que comer de garfo e faca, e troca a colher de plastico pela garfo gigante. Isso realmente traumatiza a criança!
A faquinha de plastico é substituida por uma faca de ponta de aço e coisas do tipo.
Os canais infantis são bloqueados e só é liberado a TV escola. A bolinha de plastico é substituida por uma bola de basquete profissional.
Não sei quem inventou esses quantas de idade. Mas isso é refletido na justiça brasileira. Por exemplo quando um casal se separa a juiza decreta que até os 7 a criança fica com a mãe e o pai só pode ver a cada 15 dias meio periodo. Depois do 7 a crinaça pega onibus sozinha até a casa do pai. É preciso rever os conseitos e fazer uma progressão gradativa na criança sem traumas, como aquela mãe que um dia depois do aniversário de 7 anos joga a mamadeira fora.
E principalmente parar com essa ideia que o pai estraga a criança. Graças aos pai que a criança não tem esses traumas. Está mais do que comprovado que crianças sem pai ficam traumatizadas ao longo de sua infância e juventude e acabam indo mal na escola ou indo para as drogas. Aprendendo sobre sexo com meninos de rua etc. Sem o pai a criança não consegue evoluir na hora certa e fica cheia de traumas por causa dos quantas maternos e o excesso de infantilização.

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